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Rio de Janeiro,04/04/2026

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Brigitte Bardot, lenda do cinema e ativista animal, morre aos 91 anos

Atriz que marcou gerações como símbolo de sensualidade deixou as telas nos anos 1970 e se dedicou à defesa dos direitos dos animais


Brigitte Bardot, lenda do cinema e ativista animal, morre aos 91 anos

A atriz, cantora e ativista francesa Brigitte Bardot morreu aos 91 anos, neste domingo (28), em sua casa, em Saint-Tropez, no sul da França. A informação foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot, presidida pela própria artista. A causa da morte não foi divulgada.

Considerada um dos maiores ícones do cinema mundial, Bardot se tornou símbolo sexual nas décadas de 1950 e 1960, influenciando o cinema, a moda e o comportamento de toda uma geração. Em outubro deste ano, ela havia sido internada em um hospital na cidade de Toulon para passar por uma cirurgia, mas recebeu alta ainda no mesmo mês e se recuperava em casa.

Nascida em 28 de setembro de 1934, em Paris, Brigitte Bardot teve formação artística desde cedo. Criada em uma família tradicional, iniciou os estudos de balé clássico ainda na adolescência e, aos 15 anos, começou a trabalhar como modelo, chegando a estampar a capa da revista Elle. A carreira como modelo abriu as portas para o cinema, onde começou com pequenos papéis.

A projeção internacional veio em 1956, com o filme “E Deus Criou a Mulher”, dirigido por Roger Vadim, com quem foi casada. A produção causou polêmica à época, chegou a ser censurada em Hollywood e consolidou Bardot como um símbolo de liberdade e sensualidade. A cena em que a atriz dança mambo descalça se tornou histórica e ajudou a moldar a cultura pop do período.

No início da década de 1970, Brigitte Bardot anunciou sua aposentadoria do cinema e passou a se dedicar quase exclusivamente à militância em defesa dos direitos dos animais, causa que marcou o restante de sua vida. Apesar do ativismo, também se envolveu em polêmicas ao longo dos anos por declarações controversas, que resultaram em condenações judiciais na França.







Desde que deixou as telas, a artista vivia de forma reclusa no sul do país, com raras aparições públicas, dedicada ao cuidado de animais. Ainda neste ano, lançou um livro com relatos pessoais, encerrando uma trajetória que deixou marca profunda na história do cinema e da cultura francesa.




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